A evolução da demanda de energia no Brasil, assim como na América Latina tem exigido da sociedade, do Governo e de investidores uma visão criativa que se adaptasse às necessidades de crescimento. Dentro desse cenário o gás natural vem ganhando seu espaço. Esse insumo, pelas suas características apresenta inúmeras possibilidades de uso: é um combustível com o perfil de baixa geração de poluentes se comparados aos combustíveis fósseis que ocupavam a matriz energética. O gás natural vem também ganhando espaço em todo o mundo na geração energética. A geração elétrica a base gás é um fator estabilizador para a oferta desse insumo, uma vez que não é dependente das condições hidrológicas que tanto afetam o planejamento energético. Além do uso como combustível o gás natural vem ganhando espaço também no Brasil como matéria prima para a indústria petroquímica e química.
No Brasil, os grandes investimentos nos últimos anos têm impulsionado uma inserção gradual do gás natural no mercado. O Brasil, que hoje tem uma grande dependência do gás importado da Bolívia, tem grandes tendências a se tornar auto-suficiente no insumo nos próximos anos, em especial devido aos campos da Camada Pré-Sal. A entrada desses campos pode vir a mudar o panorama do Brasil de atual importador para exportador de gás natural e também introduz no mercado nacional uma maior participação de gás não associados à produção de petróleo.
A nacionalização dos hidrocarbonetos realizada pelo Governo Bolívia 2006, onde o Estado assumiu o controle da cadeia produtiva de gás natural e petróleo, teve como conseqüência no Brasil uma maior preocupação com o desenvolvimento da produção nacional afim de diminuir essa dependência. Após esse fato, a Petrobras anunciou medidas como: o aumento de investimentos no setor, a antecipação da produção de Santos e a criação des terminais de regaseificação para receber GNL (Gás Natural Liquefeito).
O mercado brasileiro atualmente passa por transformações legislativas com a recente elaboração de uma legislação específica para o setor. O gás natural era, até então, regido pela Lei do Petróleo onde o gás era tratado como um derivado do petróleo. Entre os objetivos desta nova legislação está a quebra do monopólio que existe no setor para a busca de um mercado mais competitivo.
Diante desse cenário de crescimento e transformação do mercado, soma a capacitação técnica de sua equipe, a GAS ENERGY sente-se apta a assessorar em novos negócios, na análise de riscos, na criação de cenários prospectivos, na elaboração de estudos de mercados de gás, na criação e análise fórmulas de preço e também na avaliação da competitividade frente outros combustíveis substitutos.