O Projeto TERGÁS é desenvolvido pela GAS ENERGY New Ventures em parceria com a empresa de engenharia AVIR e também o FUNDO INFRA BRASIL do BANCO REAL. Usina Termoelétrica em Rio Grande é uma associação entre as empresas GAS ENERGY New Ventures, Omega Engenharia e GE.
Ao contrário dos dois terminais móveis de regaseificação contratados pela PETROBRAS, um no Porto de Pecém (CE) e o outro na Bahia de Guanabara (RJ), o TERGÁS será um terminal fixo a costa, a exemplo dos existentes nos EUA, Japão e Europa. Os projetos interligados são motivados por uma série de fatores, entre eles destacam-se:
- • O fato do Estado do Rio Grande do Sul sofrer com limitação logística para receber um volume superior a 2,3 Mm³/dia pelo gasoduto Bolívia-Brasil, volume este que está comprometido com o abastecimento do mercado atual da Sulgás e com a UTE Sepê Tiaraju em Canoas;
- • O Brasil necessita a contratação de pelo menos 3,5 GW de energia firme a cada ano, considerando o crescimento da economia acima de 4 a 5% ao ano;
- • O gás natural é o combustível para termoelétricas que possui o menor impacto ambiental em sua utilização por permitir eficiências superiores a 50% e gerar um conteúdo menor de emissões (particulados e CO2);
- • O Rio Grande do Sul necessita de geração na ponta do seu sistema de transmissão devido a ser um Estado importador de energia e que nos períodos de alto consumo tem problemas de estabilidade no seu fornecimento, principalmente depois da perda da UTE Uruguaiana com a interrupção do fornecimento de gás argentino.
- • Não existe possibilidade de aumentar a oferta de gás natural para o Rio Grande do Sul a não ser via utilização da importação de GNL;
- • O porto de Rio Grande apresenta condições excepcionais para o recebimento de empreendimentos conjuntos de terminal de GNL e termoelétrica a gás natural.